A história do Sola no Mundo

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A história do Sola no Mundo

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Faça o que você ama. A vida é curta. Carpe Diem. Você conhece isso? Eu também. Mas não foi tão legal quando eu resolvi levar a sério. E essa história, diferente de todas as outras que vou contar daqui pra frente, é sobre mim.

Estudava publicidade, à noite, em São Paulo. E trabalhava na produção de um longa, num ambiente pouco saudável. A ideia de que aquela escolha dos 18 anos não tinha mais sentido seria normalmente aceita, mas com a formatura tão perto, não era normal. Se hoje eu mudei o rumo dessa narrativa e tive coragem, não devo a essas frases acima, mas agradeço sim, toda a gente de verdade e diferente, que conheci, estagiando na maior rede social de viajantes do Brasil, o Dubbi.

Começei a trabalhar e em alguns dias especiais, conversei com alguns feras do mundo dos blogs de viagem. Estes fotógrafos, cineastas, designers e jornalistas, me inspiraram, cada um de sua maneira. O Caio, o Marcos e o David, fundadores da plataforma, me perguntaram se eu gostaria de escrever sobre viagem para o Catraca Livre e o Awebic. Era uma tarefa diferente das anteriores e me apaixonei.

Esse texto também poder começar agora, se você for do tipo mais direto.

Em um dia de coragem voltei no tempo para estudar Jornalismo, decidi viajar sozinha e criei o Sola no Mundo. Descobri que precisava encontrar a minha forma de escrever e que só estudando eu pararia de reforçar estereótipos para começar a aproximar culturas.

A Chapada dos Veadeiros foi o destino que escolhi para entender o propósito do meu projeto que já estava pronto, só faltava a alma. Encontrei ela escondida nos sorrisos, olhares, abraços e lágrimas do caminho. Vou falar de pessoas agora, questões políticas, ambientais e também beleza, de arte e amor.

Vou viajar para escutar suas histórias, viver culturas e escrever, entre as minhas sensações, suas lutas, seus amores e aquilo que não tem no Google. Te convido a conhecer nos próximos textos, uma santa, uma cachoeira azul, nove povos indígenas, o terceiro maior pico do Brasil, a Dona Miúda, o Seu Valcir, o Zé do Cação, a Lua, o Curva de Vento, o Santiago Palmeirense, a prefeita de Mateiros, as Dunas mágicas, as Plantas do Maurin e a Fogueira dos Fulni-ô.

Um beijo muito grande sem maiores promessas dessa estudante de jornalismo que agora vos escreve sem parar,

Raquel Cintra Pryzant

 

 

 

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